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10 áreas da Fisioterapia para você atuar após a graduação

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10 áreas da Fisioterapia para você atuar após a graduação

Antes de escolher a sua graduação, é importante ter conhecimento sobre as possibilidades de atuação que os profissionais podem seguir após concluírem o curso. O curso de Fisioterapia, por exemplo, engloba um campo de trabalho bastante vasto, com uma série de especialidades diferentes.

Os fisioterapeutas atuam por meio de técnicas manuais e exercícios controlados, tanto na recuperação quanto na prevenção de problemas físicos e motores. As opções de especialização variam conforme o público-alvo e a intenção do tratamento, podendo ser feito com idosos, crianças, gestantes, atletas, entre outros.

Para ter certeza de que essa é a graduação certa para você, vale a pena saber em quais áreas poderá trabalhar futuramente. Acompanhe a seguir e confira as 10 principais possibilidades da Fisioterapia, as principais funções e quanto ganha um fisioterapeuta!

Confira quais são as 10 principais áreas da Fisioterapia para atuar após a graduação

A Fisioterapia é um campo da saúde que apresenta diferentes áreas de atuação. Por isso, a demanda por profissionais é constante, seja em hospitais, clínicas ou mesmo em atendimentos domiciliares. Quanto aos salários, eles podem variar bastante, a depender de sua experiência e qualificação.

Para atuar em funções mais promissoras, é fundamental investir em cursos de capacitação e especializações de qualidade. Dessa forma, será possível conquistar melhores salários, estabilidade e, também, reconhecimento e satisfação profissional.

Se você está considerando seguir carreira em Fisioterapia, tenha em mente que é fundamental conhecer as funções de trabalho e as diferentes especializações possíveis da profissão. Confira a seguir as 10 principais áreas da Fisioterapia para atuar após a formação acadêmica.

1. Fisioterapia Desportiva

A Fisioterapia Desportiva — ou Esportiva — é uma das áreas mais conhecidas, sendo essencial em centros esportivos. Nessa atuação, o foco é o atendimento aos atletas, com base na prevenção e no tratamento de lesões.

Dessa forma, o paciente consegue ter um melhor desempenho nas atividades. Essa modalidade de Fisioterapia ainda auxilia na força muscular, na resistência, no equilíbrio e na flexibilidade desses profissionais.

Os fisioterapeutas desportivos conseguem tratar lesões com diferentes níveis de complexidade, iniciando, assim, o processo de reabilitação. As lesões mais comuns são: tendinite, contusões, luxações, lesão nos ligamentos e fraturas.

Como o número de atletas semiprofissionais cresceu ao longo dos últimos anos, a Fisioterapia desportiva apresenta bastante demanda, o que é uma ótima notícia para quem deseja ingressar nessa área. Além disso, segundo o site salário.com.br, a remuneração de quem se especializa na área é, em média, de R$ 3.101,67, podendo chegar a R$ 7.258,25.

2. Fisioterapia do Trabalho

O objetivo da Fisioterapia do Trabalho é cuidar da saúde do trabalhador, focando no tratamento de problemas, como lesões e desconfortos, causados pelas atividades laborais. Sendo assim, esse profissional busca melhorar a qualidade de vida dos colaboradores.

Essa fisioterapeuta também atua na prevenção de lesões, desenvolvendo técnicas físicas laborais. Para isso, ele analisa os riscos aos quais os funcionários estão expostos e a dinâmica de trabalho.

Portanto, esse profissional é muito importante nas empresas, ainda mais nas organizações de grande porte, pois é capaz de reduzir o número de afastamentos dos funcionários por problemas musculares ou esqueléticos.

Esse é um cargo que está em alta no mercado. Para que você tenha uma ideia, entre janeiro e setembro de 2020, houve um aumento de 13.64% na contratação formal de terapeutas do trabalho. O salário varia entre R$ 2.741,19 e R$ 5.143,97.

3. Fisioterapia Neurológica

Uma das áreas mais promissoras da Fisioterapia envolve a Neurologia. Nesse caso, o objetivo é tratar lesões no cérebro, que costumam ser decorrentes de algum tipo de deficiência. Dessa forma, o profissional é um especialista no cérebro e em suas funções.

O fisioterapeuta consegue reduzir as limitações dos pacientes, a fim de recuperar o máximo possível de suas autonomias. Dependendo do caso, é possível, inclusive, que essa modalidade consiga reverter o problema.

Esse profissional atende diversos pacientes que foram afetados neurologicamente, como aqueles que têm a Doença de Parkinson, o Alzheimer ou sofreram um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O fisioterapeuta neurológico trabalha em diferentes locais, como centros de saúde, clínicas, hospitais e atendimento em domicílio — o chamado Home Care. O salário fica entre R$ 2.474,45 e R$ 4.918,25.

4. Fisioterapia Dermatofuncional

A Fisioterapia Dermatofuncional é focada nas condições da pele, atuando, por exemplo, na recuperação e na prevenção da saúde da epiderme. Para trabalhar nessa área, é necessário ter uma pós-graduação.

O profissional do ramo pode realizar procedimentos com o objetivo de recuperar a aparência da pele e aprimorar as funções dos tecidos. Portanto, está apto a atender pessoas que tiveram câncer ou queimaduras.

Além disso, o fisioterapeuta dessa área atua em tratamentos relacionados à estética, como flacidez, cicatriz, gordura localizada, estrias e outros componentes da pele. Com a crescente preocupação com a estética na sociedade, o ramo apresenta um mercado de trabalho aquecido.

De acordo com o site vagas.com.br, o salário para iniciantes na área gira em torno de R$ 2.143,00, podendo chegar a R$ 3.374,00 ao longo da carreira.

5. Fisioterapia Oncológica

Para preservar os sistemas e os órgãos dos pacientes oncológicos, existe a Fisioterapia Oncológica. Essa área busca amenizar e prevenir as consequências geradas pelo tratamento de câncer, de modo que a pessoa possa recuperar a sua rotina em boas condições para tal.

O fisioterapeuta oncológico pode ser acionado tanto no pré quanto no pós-operatório. Com a sua intervenção, o paciente consegue alcançar uma qualidade de vida melhor ao longo do tratamento. A sua remuneração média fica em torno de R$ 2.440/mês.

Para trabalhar nessa área, o profissional deve ter amplo conhecimento sobre os tipos de câncer, assim como os estágios, os tratamentos indicados e as possíveis complicações. Dessa forma, consegue oferecer um tratamento fisioterápico que não cause riscos aos pacientes.

6. Fisioterapia Respiratória

Uma das áreas da Fisioterapia que ganham mais destaque é a respiratória, cuja meta é fazer a prevenção e o tratamento de doenças relacionadas ao sistema respiratório. Inclusive, entre janeiro e setembro de 2020, houve um aumento de 11.11% na contratação de fisioterapeutas respiratórios com carteira assinada e em regime integral.

O profissional almeja aprimorar ou, até mesmo, manter a condição respiratória do paciente, sendo responsável por eliminar secreções e escolher uma função da respiração que se encaixe nas condições atuais da pessoa.

Esse fisioterapeuta costuma atender pacientes com bronquite, asma, insuficiência respiratória e tuberculose, aplicando procedimentos que envolvem tanto os métodos manuais quanto o uso dos aparelhos. O atendimento pode ocorrer na casa do paciente, no hospital ou na clínica. O salário desse profissional vai de R$ 2.686,26 a R$ 4.906,13.

7. Fisioterapia Aquática

Outra modalidade da Fisioterapia é a aquática, também chamada de Hidroterapia. Os procedimentos são realizados em ambiente aquático, como piscinas aquecidas, tendo o objetivo de orientar os pacientes em relação aos melhores movimentos — utilizando áreas que sofrem menos impactos, entre elas, as articulações.

Os exercícios podem ter diferentes intuitos, focando em melhorias do sistema circulatório ou na recuperação da mobilidade abalada pelo sistema nervoso. Portanto, existe uma diversidade de pacientes que se beneficiam dessa Fisioterapia.

No entanto, os pacientes mais comuns são os idosos que sofrem com problemas de locomoção, pessoas que precisam se recuperar de lesões e que têm problemas na coluna. Papel importante, não é? Outro motivador é que o salário do hidroterapeuta gira em torno de R$ 3.000,00 e R$ 4.000,00.

8. Fisioterapia Gerontológica

Essa área da Fisioterapia traz como foco do seu atendimento a pessoa idosa, buscando oferecê-lo de uma maneira mais humanizada, isto é, abrangendo os aspectos não só motores, mas também sociais e psicológicos dos pacientes.

O profissional pode atuar na prevenção ou na reabilitação do idoso, promovendo uma independência funcional e, por consequência, maior qualidade de vida e sensação de bem-estar físico e mental. A Fisioterapia Gerontológica, assim, é bastante procurada por pessoas que pretendem cuidar da saúde de forma preventiva e garantir uma velhice mais equilibrada e tranquila.

Os benefícios que proporciona são inúmeros, e podemos destacar: melhora o condicionamento físico, o equilíbrio, a flexibilidade, o humor, a autoconfiança e a autoestima, diminui o risco de acidentes (principalmente quedas) e proporciona o ganho ou a preservação de força muscular.

A especialidade é regida pelo COFFITO, e a média salarial está em cerca de R$ 2.500,00

9. Fisioterapia Pediátrica

A Fisioterapia Pediátrica atende desde recém-nascidos até pré-adolescentes (10 a 12 anos), com problemas congênitos ou adquiridos, sendo o enfoque diferente para cada faixa etária. Dessa forma, o trabalho do profissional é prevenir ou tratar doenças de variadas origens: respiratórias, esqueléticas, musculares, neurológicas etc.

Por sua vez, o objetivo do tratamento é propiciar o desenvolvimento sadio e a independência da criança, ampliando as suas habilidades motoras e cognitivas. O fisioterapeuta pediátrico pode operar não somente em instituições ligadas à área da saúde, mas também em creches, escolas e associações.

Buscando obter resultados positivos, a intervenção terapêutica costuma acontecer em ambientes lúdicos e ajustados ao universo desse público infantojuvenil. O envolvimento e a participação dos pais no processo também é algo recomendado e que pode fazer toda a diferença.  

O salário médio é de R$ 2.188,00, no entanto, com maior tempo de trabalho, esse valor pode chegar em aproximadamente R$ 5.000,00.

10. Fisioterapia Traumato-Ortopédica

O profissional dessa área é responsável por atuar na análise, prevenção e tratamento de disfunções, crônicas ou agudas, relativas ao sistema musculoesquelético, ou seja, aos músculos, ossos, ligamentos e articulações. Além disso, pode agir em casos de reabilitação de pacientes que sofreram traumas, entorses, lesões, fraturas, luxações e até amputações.

A Fisioterapia Traumato-Ortopédica colabora com a eliminação de inflamações, fortalecimento muscular, melhora da circulação sanguínea, equilíbrio do corpo e recuperação motora. Devido aos benefícios proporcionados pelo tratamento, a demanda por fisioterapeutas especializados nesse campo tem se mostrado crescente e, como efeito, a absorção no mercado de trabalho é bem mais rápida e fácil.

As patologias ortopédicas mais recorrentes na população brasileira, hoje, são distensão muscular, ruptura de ligamento, tendinite e bursite. As duas últimas estão fortemente relacionadas ao uso excessivo de computadores, celulares e outros aparelhos eletrônicos que exigem execução de movimentos repetitivos.

O fisioterapeuta capacitado para esse tipo de atuação pode trabalhar em clínicas, hospitais consultórios e outras organizações semelhantes. A faixa salarial fica entre R$ 2.000,00 e R$ 4.000,00.

Saiba quais são as principais funções de um fisioterapeuta

Você deve ter percebido como os fisioterapeutas são profissionais dinâmicos no mercado de trabalho, não é mesmo? As funções exercidas no cotidiano variam bastante a depender do cargo, no entanto, quem se forma na área sempre está envolvido no atendimento, prevenção, habilitação e reabilitação de pacientes.

Para além da orientação de pacientes e familiares, o fisioterapeuta também pode atuar promovendo campanhas educativas, produzindo manuais e folhetos explicativos, executando tarefas relacionadas ao ambiente organizacional, entre outras atividades.

Quem deseja se profissionalizar na carreira deve gostar de conversar com as pessoas, ter carisma, boa relação interpessoal, ter facilidade para trabalhar em grupo e saber lidar com pacientes em situação de fragilidade. Além disso, ter afinidade com disciplinas da área da Saúde e das Ciências Biológicas é essencial para se formar e ter sucesso na Fisioterapia.

Os fisioterapeutas costumam ser pessoas dinâmicas e bastante criativas, estando sempre dispostas a ajudar os pacientes e suas diferentes peculiaridades. É importante estar sempre estudando e se aprofundando em temas da profissão, até mesmo porque há diversas inovações no setor que são fundamentais para prestar um bom serviço no mercado de trabalho.

Entenda como conquistar melhores salários na carreira

Para se diferenciar na profissão, o fisioterapeuta deve buscar desenvolver habilidades e competências. No entanto, antes de tudo, a formação acadêmica deve fornecer uma base sólida e consistente. Por isso, é essencial escolher uma instituição de ensino de qualidade para dar início aos estudos no ensino superior.

Com o diploma em mãos, o profissional deve se manter sempre atualizado e, de preferência, buscando alternativas de capacitação. A depender da escolha das funções e do cargo exercido no mercado de trabalho, será necessário investir em uma pós-graduação para aprofundar seus conhecimentos.

Com tais diferenciais, fica muito mais simples se destacar e ter um currículo mais valorizado entre os empregadores da área. Assim, será possível ter acesso a novas e promissoras oportunidades de trabalho, tendo muito mais chances de se tornar um fisioterapeuta requisitado e bem remunerado.

Outra dica muito importante é realizar networking sempre que possível, ou seja, formar uma rede de contatos que podem influenciar positivamente a sua trajetória profissional. Esse tipo de estratégia é imprescindível, até mesmo para conquistar indicações de emprego diretamente com pessoas influentes do mesmo segmento.

Tenha em mente que o processo de aprendizagem não termina após a formação acadêmica. Na rotina profissional, o fisioterapeuta estará o tempo inteiro aprendendo com pacientes e seus familiares, além de colegas de trabalho que vivenciam experiências próximas às suas.

Tudo isso fortalece a sua atuação e pode auxiliar a prestar um serviço de mais qualidade a quem mais precisa. Dessa forma, fica mais simples se diferenciar, ganhar vantagens competitivas e se destacar entre os principais empregadores do segmento. A consequência disso tudo é, sem dúvidas, melhores remunerações e estabilidade profissional.

Existem muitos campos de especialização na Fisioterapia, cada um deles com um objetivo e um público específico. Se gostou de conhecer melhor esse ramo da saúde e de descobrir quanto ganha um fisioterapeuta, o próximo passo é se matricular em uma faculdade renomada e que possa oferecer as melhores condições para você se tornar um profissional de excelência.

Aproveite a visita e confira 8 cuidados ao escolher uma faculdade de Fisioterapia em Juiz de Fora!

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